quinta-feira, 13 de julho de 2017

A graça de uma boa morte

Numa paróquia da Diocese de Lyon, em França, ficou sempre lembrado o exemplo edificante de um grande devoto de São José. Com a idade de 86 anos, em 1859, faleceu este bom velhinho como um predestinado. Devotissimo de São José, todos os dias pedia ao santo uma graça -  a de uma santa morte. Recitava nesta intenção fervorosas orações de manhã e à noite. Todas as quartas feiras jejuava e dava esmola aos pobres em honra de São José para alcançar a graça da perseverança final. A festa de 19 de Março cada ano era o seu encanto. Com que piedade a celebrava! Durante 50 anos jamais deixou um só dia de pedir a São José a graça de uma boa morte.
A 15 de Março de 1859 caiu gravemente doente. Pediu e recebeu com muita fé os últimos sacramentos. Comoveu a toda a família a piedade do bom velhinho. Disse então: - no dia de São José, no dia 19, mandem celebrar uma missa por minha intenção e quero que rezem aqui as orações dos agonizantes enquanto se celebrar a missa na Matriz.
À hora da consagração os sinos deram o sinal na torre e o velho levantou os olhos para o alto, cruzou os braços sobre o peito em forma de cruz e pronunciou distintamente: - Jesus! Maria! Meu São José! e expirou docemente, sem uma contração da face, como se dormisse. Morria no instante do "Memento" dos mortos. Era a recompensa dos cinquenta anos de oração perseverante a São José, pedindo uma boa morte. 

1 comentário:

  1. Que linda história! Também eu quero uma santa morte unida a São José. Vou pedir como o bom velhinho. Amém!

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