terça-feira, 29 de abril de 2014

Preces ao Glorioso Patriarca São José

São José, esposo de Maria. Rogai por nós.

São José, pai adotivo de Jesus. Rogai...

São José, imagem de Deus Pai. Rogai...

São José, servidor fiel e prudente. Rogai...

São José, custódio da virgindade de Maria. Rogai...

São José, modelo de profundíssima humildade. Rogai...

São José, espelho puríssimo de virgindade. Rogai...

São José, vulcão aceso de caridade. Rogai...

São José, varão justo. Rogai...

São José, conhecedor do mistério da Encarnação. Rogai...

São José, constituído por Deus protetor do menino Jesus. Rogai...

São José, que tivesteis a Jesus menino submetido a vós. Rogai...

São José, admirador da sabedoria da vossa Esposa. Rogai...

São José, testemunha das belas ações de Jesus. Rogai...

São José, imitador do grande silêncio de Jesus e de Maria. Rogai...

São José, que vivesteis ignorado dos homens. Rogai...

São José, que ocupais o primeiro lugar entre os Patriarcas. Rogai...

São José, que expirasteis nos braços de Jesus e de Maria. Rogai...

São José, que levasteis ao limbo a feliz nova da vinda de Cristo. Rogai...

São José, coroado no céu de glória imortal. Rogai...

São José, pai e consolador dos aflitos. Rogai...

São José, protetor dos pecadores arrependidos. Rogai...

São José, poderosíssimo para socorrer-nos. Rogai...

São José, pai dos pobres. Rogai...

São José, auxiliar poderosíssimo na hora da morte. Rogai...

São José, que suportasteis com paciência todos os trabalhos. Rogai...

São José, que padecesteis sete dores. Rogai...

Rogai por nós, glorioso São José.

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração

Concedei-nos, Senhor, que nos aproveitemos dos méritos do Esposo de Vossa Santíssima Mãe, de modo que por sua intercessão alcancemos o que, sem ela, não é possível à nossa fragilidade. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Assim seja.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Oração a São José para obter o bom acerto na escolha de um estado de vida

Glorioso São José, que tão dócil fostes à voz do Espírito Santo, alcançai-me benignamente a graça de conhecer a que estado Deus, em sua infinita sabedoria e bondade, me destinou. Não permitais, São José, que me engane nesta importante escolha, da qual depende toda a minha felicidade neste mundo, e talvez a minha eterna salvação. Fazei pois, glorioso protetor das almas, que, esclarecido a respeito da vontade divina, e fiel em segui-la, encontre no caminho que o Senhor me tem destinado com infinito amor, a bem-aventurança eterna.
Ámen.

Pai Nosso. Ave Maria. Glória ao Pai.


São José que amais o santíssimo Coração de Jesus, rogai por nós.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Exercício pelos agonizantes

                                                                     I

Eterno Pai, pelo amor com que honrais a São José, por Vós escolhido entre os homens para Vos representar na terra, tende piedade de nós e dos pobres agonizantes.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

                                                                      II

Filho eterno de Deus Pai, pelo amor com que honrais a São José, vosso custódio fidelíssimo na terra, tende piedade de nós e dos pobres agonizantes.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai.

                                                                      III

Eterno e divino Espírito, pelo amor com que honrais a São José, o protetor desvelado da Santíssima Virgem, Vossa Esposa muito amada, tende piedade de nós e dos pobres agonizantes.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao pai.

                                                                       (300 dias de indulgências)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ajuda de São José

Conta o Padre Manuel Nogueira, sacerdote jesuíta português, falecido no Brasil, fervoroso devoto de São José:

"Estávamos no dia 11 de Fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes. Era uma dessas manhãs frias de Dublin (Irlanda), onde em 1949 me encontrava a estudar Teologia.
Acordei pelas cinco da manhã com o ruído de madeiras a estalar. Depressa ouvi gritar: Fogo! Fogo! Saltei da cama e, através da janela do meu quarto, contemplei estarrecido as chamas a devorarem o pavilhão pegado ao meu. Alguns companheiros tentavam fugir pelas janelas e pela escada de incêndios e até mesmo deslizando pelos canos das goteiras. Vesti-me apressadamente e abri a porta para sair. Mas, uma baforada de ar quente e asfixiante, obrigou-me a fechá-la imediatamente. Abri a janela. Morava no terceiro andar e, portanto, saltar era impossível. A única possibilidade de escapar era aventurar-me a atravessar o corredor saturado de fumo quente. Respirei o ar fresco da janela, tapei o nariz e corri pelo corredor até atingir as escadas.
Já fora de casa, no jardim que rodeava o seminário, é que compreendi verdadeiramente a intensidade do incêndio. Um edifício de três andares era devorado pelas chamas. Que enorme braseiro! As faúlhas incandescentes pareciam um repuxo de fogo na escuridão da noite. O crepitar das madeiras, o ruir dos soalhos, o estilhaçar dos vidros, tornavam a cena ainda mais horrível.
As chamas iam alastrando e já devoravam o quarto pegado ao meu. Afastei-me um pouco para nem ver o fogo consumir o que tinha deixado no meu quarto. Afligia-me, sobretudo, perder os apontamentos, fruto de tantas leituras e de tantos anos de estudo.
Sempre recorri a São José em todas as dificuldades. Também naquele momento me voltei para ele, pedindo-lhe que poupasse às chamas tudo quanto tinha ficado no meu quarto.
Quando, momentos depois, regressei ao local do fogo, vi que os bombeiros, sem que eu lhes tivesse feito qualquer pedido, acabam de mudar a direcção no ataque ao incêndio. Dirigiram as agulhetas precisamente para o meu quarto e com tão bom resultado, que conseguiram livrá-lo das chamas.
Quando, após o fogo, fui ver o meu quarto, pude sentir, ainda mais, a especial protecção de São José. Tinha ardido a porta, mas o quarto estava intacto, embora enegrecido pelo fumo. Tudo o resto se encontrava em bom estado, como eu tinha pedido a São José. Nada havia ardido.
Muitos dos meus companheiros, a começar pelo que vivia junto de mim, ficaram com os quartos inteiramente carbonizados.
Recordei então o que escreveu Santa Teresa de Jesus:
"Tomei por meu advogado e senhor o glorioso São José...Não me lembro de até agora lhe ter pedido coisa alguma, que ma deixasse de fazer. São espantosas as graças e mercês que Deus me concedeu por meio deste bem-aventurado santo, os perigos de que me livrou, tanto da alma como do corpo. Aos outros santos parece que lhes deu o Senhor a graça para socorrer nalguma necessidade particular; deste glorioso santo sei, por experiência, que socorre em todas".


(Texto publicado na Revista Cruzada de Março de 2014)
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